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O impacto dos juros de financiamento imobiliário

Quando você vai fazer um financiamento para comprar um imóvel, uma das coisas que se deve prestar atenção é a taxa de juros que será cobrada, por um longo prazo, em função do empréstimo realizado.

O conceito de juros é o de remunerar a instituição credora, quando ela empresta dinheiro para alguém. Os juros de financiamento imobiliário são um dos componentes que mais influenciam no valor total a ser pago em um empréstimo.

No início da quitação de um financiamento imobiliário, o consumidor deverá ao seu credor o exato montante que adquiriu emprestado. Contudo, devido à inflação, o dinheiro se desvaloriza ao longo do tempo. Aplicados mensalmente, os juros incidem no saldo devedor, somando-se à amortização e outros encargos. Todos esses somam-se ao acúmulo de capital. Portanto, seu período de capitalização ocorre todos os meses e incide na parcela da compra a cada pagamento.


A Selic (Sistema Especial de Liquidação e de Custódia) é a taxa básica de juros do Brasil, que serve como referência ao mercado financeiro. Caso a Selic suba, a probabilidade da taxa de financiamento imobiliário seguir o mesmo caminho é grande e vice-versa.

Além da taxa de juros, um financiamento imobiliário também é composto pela amortização e demais encargos, como seguros e a taxa administrativa. Dependendo do sistema utilizado para quitar essa parte, as primeiras parcelas do financiamento podem conter uma porcentagem maior referente à amortização.

A renda e a idade do cliente influenciam nas taxas propostas pelos credores. Por se tratar de uma dívida com longo prazo de pagamento, as instituições financeiras levam em conta a capacidade de pagamento do interessado no crédito.


Um cliente de, por exemplo, 40 anos, pode conseguir um prazo de até 360 meses de quitação. No entanto, já uma pessoa de 60 anos dificilmente passará dos 240 meses de prestações. Esse é, também, um dos motivos pelo qual todas as parcelas do financiamento possuem, em sua composição, o seguro por morte ou invalidez permanente.

A discordância por parte dos mutuários em relação a alguma proposta de financiamento imobiliário apresentada pelas instituições financeiras pode ser algo comum. Nesse caso, muitas pessoas se questionam se é possível renegociar as taxas envolvidas, a fim de tornar a dívida mais barata e com prestações mais brandas.

Para isso, o cliente precisará ter um certo poder de barganha. Além de uma boa renda comprovada, o seu histórico de pagamento pode ser fundamental para convencer os bancos de que os riscos envolvidos no processo são mínimos.

Vale ressaltar que realizar uma extensa pesquisa de mercado também pode ser fundamental para achar a melhor taxa. Em caso de dúvida, consulte um advogado especializado.
(11) 2501-5449
[email protected]
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Fontes: Conjur/ Google Imagens

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